BEV

[caption id="attachment_3985" align="alignnone" width="1280"]<img class="size-medium wp-image-3985" src="https://evdrops.com.br/wp-content/uploads/2025/11/byd_100_mil-1280x720.jpg" alt="BYD vendeu 100 mil carros 100% elétricos no Brasil em pouco mais de 3 anos" width="1280" height="720" /> Dolphin Mini, o BEV mais vendido do Brasil / Divulgação: BYD[/caption]

BEV (Battery Electric Vehicle, “veículo elétrico a bateria”) são os carros elétricos ditos puros. Eles são movidos por um ou mais motores conectados às suas baterias, de forma que não dependem nunca de nenhum combustível químico.

BEVs são o tipo de veículo mais eficiente no combate às emissões e, ao contrário do que é frequentemente dito, na verdade são <a href="https://evdrops.com.br/estudo-ao-insistir-em-hibridos-flex-brasil-piora-suas-emissoes-e-vai-na-contramao-do-mundo/">mais eficientes nesse combate no Brasil</a> do que em outros países. Numa matriz elétrica relativamente suja como a dos EUA, eles emitem 71% a menos que carros a gasolina (<a href="https://theicct.org/why-evs-are-already-much-greener-than-combustion-engine-vehicles-jul25/">números do ICCT</a>). No Brasil, onde a matriz elétrica é consideravelmente limpa, eles emitem 81% a menos que o carro típico (que aqui é flex).

A desvantagem do BEV é o que se chama “ansiedade de autonomia”, que na verdade é a ansiedade por falta de infraestrutura. É o medo de ficar sem bateria por falta de carregador rápido na estrada. É um medo justificado, mas ele vem da tecnologia, mas da falta de suporte.

A maior parte das emissões de um carro elétrico puro estão em sua fabricação, porque é mais complexa do que carros a combustão interna – por conta da bateria, já que o resto do carro na verdade é mais simples. Isso também torna o Brasil ideal não só para a adoção, como para a fabricação desse tipo de veículo.

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