
A BYD Brasil atingiu nesta segunda-feira (8) um marco simbólico ultrapassando 100 mil unidades vendidas no país em 2025. O número representa um crescimento de mais de 30% em comparação com o total de 2024 (76 mil unidades) e consolida a marca, que foi quarta maior em vendas no varejo (sexta no total) em novembro, como um dos grandes players do mercado nacional.
Em novembro, um mês de queda geral, a BYD havia celebrado recordes históricos de emplacamento, superando a Toyota e a Fiat. A marca é a protagonista da eletrificação no Brasil, marcando consistentemente cerca de 70% da venda nos BEVs no país.
“Vender 100 mil carros apenas em 2025 é um feito sem precedentes para quem está no mercado há menos de quatro anos”, afirmou Alexandre Baldy, Vice-Presidente Sênior da BYD no Brasil. “Esse marco fala de inovação, de qualidade, de confiabilidade e, principalmente, de como o brasileiro abraçou essa nova era da indústria automotiva.”
Os campeões de venda da BYD
A montadora tem um carro chamado King, mas o rei mesmo dos elétricos no Brasil é o Dolphin Mini, responsável por quase um terço do volume total. Seu reino só foi encontrar alguma competição com a recente chegada do Geely EX2.
Este é o ranking interno da marca em 2025:
- BYD Dolphin Mini: 31.415 unidades
- BYD Song Pro: 19.579 unidades
- BYD Song Plus: 14.697 unidades
- BYD King: 11.510 unidades
- BYD Dolphin GS: 10.444 unidades.
O compacto de entrada se tornou símbolo da eletrificação por razões econômicas, e entre motoristas de aplicativos. Recentemente, reportamos que, com o início da produção nacional, o modelo pode vir a custar menos de R$ 100 mil, o que deve acelerar ainda mais esses números em 2026. A BYD recentemente informou que já produziu 10 mil veículos na sua nova planta em Camaçari (BA), inaugurada com presença presidencial em outubro.
Num ano em que o Brasil se destacou por vender proporcionalmente mais eletrificados que os EUA, a BYD mostra que a invasão chinesa já escalou a muralha do castelo.