A GWM oficializou a chegada do Haval H7 ao mercado brasileiro. Trata-se de um SUV híbrido plug-in flex que combina o design robusto do H9 com o sistema eletrificado do H6. O modelo chega em versão única por R$ 261 mil, com tração integral Hi4 AWD, 370 cv de potência combinada e autonomia de até 130 km no modo 100% elétrico no ciclo WLTP. No padrão brasileiro, porém, a autonomia homologada é de 92 km.
O H7 tem 4,80 metros de comprimento, 1,95 m de largura, 1,84 m de altura e entre-eixos de 2,74 m. O porta-malas leva 586 litros com cinco ocupantes e chega a 1.404 litros com os bancos traseiros rebatidos. O desenho mantém a inspiração no H9, mas o novo SUV tem proporções próprias e será vendido no Brasil exclusivamente com o pacote visual Black Pack, que inclui rodas de 19 polegadas e elementos externos em preto.
A arquitetura Hi4 utiliza um motor 1.5 Turbo Flex na dianteira e dois motores elétricos independentes, um em cada eixo, gerenciados por uma transmissão híbrida DHT de quatro marchas. O conjunto entrega 370 cv e 77 kgfm, ou 760 Nm, de torque. A aceleração de 0 a 100 km/h leva 5,7 segundos, enquanto a velocidade máxima é limitada a 190 km/h.
A bateria LFP tem 27,5 kWh de capacidade e refrigeração líquida. A recarga chega a 6,6 kW em corrente alternada e 41 kW em corrente contínua, com 30% a 80% em cerca de 20 minutos. Lançado poucos meses após o H6, o H7 também oferece V2L de até 6 kW e uma tomada de 220 V de 2.200 W no porta-malas.
Urbano e aventureiro
Apesar do foco no uso urbano, o H7 foi preparado também para sair do asfalto. São 220 mm de vão livre, capacidade de atravessar trechos alagados de até 580 mm, ângulos de ataque e saída de 24° e 31,5°, respectivamente, além de sete modos de condução e bloqueio mecânico do diferencial traseiro. A capacidade de reboque é de 750 kg.
O SUV, mais um híbrido plug-in flex da construtora, já está à venda por R$ 261 mil. Em São Paulo, o preço o coloca abaixo do teto de R$ 261.154,45 para a isenção de IPVA de híbridos flex em 2026. A marca também oferece cinco anos de garantia para o veículo e oito anos ou 200 mil km para a bateria de alta tensão.
Via GWM




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