A chinesa GAC acaba de anunciar oficialmente a chegada da versão 2027 do topo de sua linha no Brasil, o Hyptec HT. Em relação ao ano anterior, ele vem mais potente, com mais bateria e mais caro também.
Ele mede 4,93 metros de comprimento, 1,92 m de largura e um generoso entre-eixos de 2,93 metros. Para mover isso tudo, ele possui um motor traseiro de 250 kW (340 cv, eram 245) e 430 Nm de torque. Com isso, ele faz de 0 a 100 km/h em respeitáveis 5,8 segundos.
A dinâmica promete valer o preço, combinando rodas de 20 polegadas com suspensão double wishbone na dianteira e multilink na traseira, montada em buchas hidráulicas.
A bateria de fosfato ferro-lítio (LFP, química considerada mais segura e durável) tem 83 kWh (eram 73). São 431 km no INMETRO, o ciclo em que poucos conseguem ultrapassar a faixa dos 400 (no NEDC são 620 km). A recarga pode ser feita a 280 kW em DC, de 30% a 80% em 15 minutos.
O interior leva bancos revestidos em couro Nappa, ajustes elétricos e pneumáticos do banco do motorista com 12 posições, bancos dianteiros têm aquecimento, ventilação e função de massagem.
Ainda tem 670 litros no porta-malas traseiro e um modesto frunk de 55 l.
A central de mídia é de 14,6 polegadas operando Apple CarPlay e Android Auto. O quadro de instrumentos é uma tela digital de 8,88 polegadas. No pacote de segurança, há assistência de direção ADAS nível 2 com 11 funções integradas, desde controle de cruzeiro adaptativo até prevenção de colisões e assistente ativo de faixa.
O Hyptec HT 2027 já está disponível em duas versões. A de entrada, chamada Elite, parte de R$ 314.990, enquanto a topo de linha, Ultra, cobra R$ 369.990. O modelo 2025 começava em R$ 309.990.
A GAC ainda tem uma representatividade modesta no Brasil, sendo a sexta em eletrificados, mas vendeu mais de 2 milhões de veículos só em 2024 e atua em mais de 100 países. Seu modelo Aion UT quer entrar no disputado segmento de intermediários de menos de R$ 200 mil. Ela terá produção nacional em Goiás.




