A BYD lançou ontem o Song Ultra, seu novo modelo que completa a linha Song, que contém o L, Max, Pro e Plus (os últimos dois, vendidos no Brasil). Diferente de outros na linha, o Ultra foi lançado exclusivamente em versão elétrica, sem híbridos, e já na nova plataforma Blade 2.0, que permite carregamento a até 1,5 MW.
Os preços são intermediários para a China: ficam entre CN¥ 151.900 e CN¥ 179.900 (por volta de R$ 115 mil a R$ R$ 132 mil). São próximos de quanto o o Song Plus Dm-i (híbrido plug-in) sai por lá – aqui ele é vendido por R$ 219.800, então dá para imaginar uma faixa similar.
A diferença entre as versões é a bateria entre 68.4 kWh e 82.7 kWh, o que dá entre 620 km e 710 km de autonomia (CLTC, que é por volta de 30% menor que o Inmetro lista no Brasil).
O carro tem uma frente que lembra o Dolphin regular, com uma grade escura e uma luz diurna entre os faróis. O carro vem equipado com rodas de 19 polegadas, e a traseira possui uma luz integral. Todos os pilares podem ser escurecidos, se mesclando aos vidros. Há também um amplo teto solar em cima.
Carregamento que só a BYD tem
Dentro há um display de 15,6 polegadas rotatório, uma tela de instrumentos de 10,25 polegadas e um head up display. Os bancos possuem ar condicionado próprio, aquecimento e massageador de 10 pontos. Todos podem rebatidos para formar uma “cama” com cerca de 1,8 metros. O frunk tem 150- l e o porta-malas, 730, com até 1.659 rebatendo os bancos.
Os motores variam entre 240 e 270 kW (322 a 362 cv), e a máxima é 210 km/h. Com essa potência, o BYD Song Ultra faz de 0 a 100 km/h entre 6,8 a 7,2 segundos.
O maior atrativo é a bateria BYD Blade 2.0, que permite que ele carregue de 10% a 97% em 9 minutos em carregadores Flash da marca. A BYD prometeu mil desses carregadores em dois anos do Brasil, começando por uma concessionária Denza em Brasília.
Com ela trazendo os carregadores, devem também chegar mais modelos compatíveis.
Via Autohome




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